Mostrando postagens com marcador BONDADE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BONDADE. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

ELE NOS RECEBEU COMO FILHOS!


“Porque não recebestes o espírito de escravidão para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba Pai.” Romanos 8.15.

Esta semana ouvi uma história envolvendo um dos nossos ex-presidentes, que achei muito interessante.
Segundo a noticia que li, este ex-presidente, alguns anos atrás, teve um caso extraconjugal que acabou resultando na gravidez de sua amante. Diante disso, ele achou o mais correto, mesmo sendo o caminho mais difícil, reunir sua mulher e seus filhos, confessar o seu adultério e pedir perdão a sua família. E assim ele o fez. E mais do que isso, mesmo sem fazer nenhum exame de comprovação de paternidade, resolveu assumir o filho de sua amante dando-lhe o mesmo direito que seus outros filhos.
Vinte anos se passaram, nosso ex-presidente já contando quase oitenta anos, foi procurado por seus filhos com a seguinte preocupação: a herança. Sim, pois devido sua idade avançada ele poderia vir a faltar a qualquer momento, e o que preocupava os filhos daquele político era: será que o “meio irmão” era, de fato, filho de seu pai? E se não fosse? Seria justo dividir sua herança com alguém que não tinha nada do seu sangue e cuja mãe, talvez, tenha usado de má fé para com seu pai? Diante destas indagações, talvez mais por uma questão de “desencargo de consciência”, o ex-presidente resolveu fazer o exame de DNA.
O primeiro foi feito, o resultado: negativo para paternidade.
Para que não ficasse nenhuma duvida um segundo exame foi feito, desta vez nos Estados Unidos, e como antes, o resultado foi o mesmo: negativo.
Diante desta realidade, os filhos daquele político perguntaram: e agora pai? O que fará? Continuará mantendo em seu testamento alguém que não tem o seu sangue? Que foi um engodo de uma mulher, talvez, mal intencionada? E como ficará a sua honra e o orgulho como homem?  Diante destas indagações aquele homem, como havia feito anos antes, tomou a decisão que achou mais honrada e disse aos seus filhos: “filhos, eu tenho criado o garoto como meu filho durante quase vinte anos, aprendi a amá-lo como a um de vocês, agora, mesmo sabendo que não é meu filho biológico, ele continuará a ser meu filho do coração, vou manter-lhe seus direitos como filho pelo amor que tenho a ele”.
Esta historia nos ilustra o que Deus fez por nós através de seu filho unigênito: ele nos recebeu, nos adotou como filhos. “... mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai”. Romanos 8.15b. Nós não merecíamos, devido a nossa condição de pecadores nós éramos considerados “inimigos de Deus”.(Romanos 5.8-10), mas mesmo assim, Deus nos amou, deu o seu Filho unigênito para morrer em nosso lugar, para que nEle crendo pudéssemos “ter o poder de sermos feitos filhos de Deus” (João 1.12).
Uma das grandes maravilhas do Cristianismo é que, diferentemente de outras religiões, a nossa relação com o nosso Deus vai muito além da relação Deus-adorador, em Cristo não somos meros adeptos de uma religião, não somos apenas pessoas que adoram um deus frio, indiferente, distante, somos chamados a um relacionamento de Pai e filhos, onde podemos clamar com confiança: Aba, Pai. E, mesmo filhos por adoção, não somos considerados bastardos, mais filhos legítimos com direito a herança: “ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; Se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados”. Romanos 8.17.Tudo isso fruto, não de nossos méritos, mas de sua infinita Graça, de seu imenso Amor, que pegou a nós, pecadores e dignos apenas do inferno e nos adotou, regenerou e nos recebeu como filhos.
Que a Graça e o Amor infinito do Pai esteja contigo!

André Senhorino.


segunda-feira, 30 de maio de 2011

O MAIS IMPORTANTE É O AMOR. I aos Corintios 13.

 "Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei.
Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará.
Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor".
I aos Corintios 13.1-8,13.

Creio que quanto mais os anos passam, ficando mais velhos, temos a tendência de recordar o passado com uma constância maior. Acho que cheguei  a esta fase.
 Esta semana recordava alguns fatos de minha infância, e entre eles, recordei-me dos meus primeiros contatos com a leitura da Palavra de Deus. Lembro-me que a primeira vez que de fato li a Bíblia com maior dedicação, foi lendo um Novo Testamento com encadernação popular que era distribuído geralmente aos novos convertidos, e que até hoje me lembro o titulo que vinha em sua capa: O Mais Importante É O Amor. E devido sua linguagem mais contemporânea, uns dos textos que mais me encantou foi exatamente I aos Corintios Capitulo 13.E esta passagem, sem dúvida alguma, é a maior poesia de amor de todos os tempos, e no cerne, no âmago de sua mensagem central, a mensagem maior é exatamente esta: O Mais Importante é o Amor.
Mas, e hoje, será que o amor ainda continua sendo o mais importante? Infelizmente, para muitos, acho que não.
Neste mundo tão materialista, onde casamentos são alicerçados em conveniências físicas, financeiras e sociais, onde amizades são fundamentadas em interesses escusos, aonde o dinheiro, o poder e o prazeres, tem seus altares nos corações como deuses de primeira grandeza; neste mundo onde o não perdoar e o direito a vingança são atos sagrados - e ai dos hereges que se insurgirem contra eles! – o amor se torna algo arcaico, meramente contemplativo, sem implicações práticas; um mero chavão de gente apaixonada e fora da realidade; talvez, com muito boa vontade, o reputemos com um supérfluo, algumas vezes, necessário.
Mas, a grande verdade é que este mundo não conhece I aos Corintios capitulo 13, este mundo não conhece verdadeiramente o que é o amor! Confundem amor com desejo, prazer sexual; O confundem com atração física ou conveniências materiais e sociais.
E em meio a todo este equivoco, temos nossas mentes “adestradas” por esta sociedade a concordar com certas frases a respeito do que seja o amor, que pessoalmente consideram satânicas, tais como: “ninguém vive de amor”, só que até hoje nunca vi um chefe de família, que verdadeiramente ame sua família, deixá-la morrer de fome!
Outra é “pra certas coisas, só o amor não basta!” - e a que considero a mais abominável-  “não existe mais amor eterno”, se estas coisas são verdade, então Deus é um baita mentiroso! Temos que rasgar a Bíblia! Pois ela nos diz em I Corintios 13, verso 7 , que o verdadeiro amor: “...TUDO sofre, TUDO crê, TUDO espera, TUDO SUPORTA”, ou seja, o amor, o verdadeiro amor!, pode tudo! E no verso 8 afirma: “o amor jamais acaba”, será que Deus, que é o próprio amor, esta enganado?
Diferentemente do que esta sociedade sem amor imagina, o amor não é algo teórico e contemplativo, fora da realidade, porém, vivo, pratico, dinâmico! : “... o Amor é paciente, o Amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se ensoberbece. Não maltrata, não procura interesses egoístas, não se ira facilmente, não guarda rancor. O Amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha...” I Corintios 13. 4-8.
Ou seja, o verdadeiro amor não pratica o mal, porém, faz o bem; o amor não mata; não trai a pessoa amada; não rouba; não mente; não insulta; procura o bem estar, busca suprir as necessidades alheias; o amor não usa capas nem mascaras; o amor não trata ninguém como objeto ou massa de manobra; o amor verdadeiro respeita direitos e limites; o verdadeiro amor faz bem ao corpo e também a alma, nos leva para próximo de Deus.
Qualquer conceito de amor, que não siga estes parâmetros não é amor verdadeiro! Seja entre marido e mulher, pais com filhos, entre amigos, na sociedade, na igreja, seja onde for, amor de verdade, tem o rosto que contemplamos em I aos Corintios capitulo 13, um amor com uma “cara diferente” disso, não passa de um engodo!
Ah! Se o mundo, a sociedade, se cada individuo, conhecesse e vivenciasse este amor! Com certeza, não veríamos pessoas se matando, não teríamos bulliyng nos colégios ou indivíduos invadindo escola para matar crianças inocentes! Não veríamos traições entre casais! Não veríamos mães jogando recém nascidos em rios ou latas de lixo! Não teríamos autoridades se corrompendo enquanto milhões sofrem e passam fome! Ou governantes que gastam milhões para fazer guerra e muito pouco para o bem estar da população! Não viveríamos em uma sociedade aonde não sabemos em quem confiar!  Em uma sociedade que, a cada dia que passa, fica cada vez difícil saber quem verdadeiramente nos ama.
A Palavra de Deus assim nos diz em João 3.16: “porque DEUS AMOU o mundo de TAL MANEIRA que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê, não pereça mais tenha vida eterna”, este é o verdadeiro amor! Deus nos ama! Por isso também devemos amar, com este mesmo amor, ao nosso próximo seja nosso cônjuge, filho, amigos, irmãos em Cristo, seja quem for, até os “ingratos e maus” (Lucas 6.35).
O mais importante é o amor! Sem nenhuma dúvida! Se você ainda tem duvidas, é por que você ainda não conhece o amor de I Corintios capitulo 13.
Que o Amor de Deus esteja em sua vida.

André Senhorino. 


ASSISTA AO VIDEO DE HOJE, ESTE CLIP IRÁ FALAR AO SEU CORAÇÃO.