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terça-feira, 24 de maio de 2011

POLITICAMENTE, CORRETO; PERANTE DEUS, ABOMINÁVEL.


E ele lhes disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação”. LUCAS 16.15

“Politicamente correto”, esta parece ser a expressão do momento. Das etiquetas sociais, passando pelo esporte e indo até o mundo da moda, empresarial etc...Todos os querem ser “politicamente corretos”.
Até em nossa maneira de nos comunicar percebemos isso, por exemplo, alguém viciado em álcool, cigarro, drogas, no vulgar chamamos de “pinguço”, “cachaceiro”, “maconheiro”, “Maria fumaça” etc...no “politicamente correto” nós os classificamos pela educada expressão de “dependentes químicos”.
Outro exemplo: se você esta com uma conta muito atrasada, você não recebe um aviso com a expressão: “Ô caloteiro! Até agora você não pagou a conta!”, não!, Porém, o recado politicamente correto: “até a presente data, não foi acusado em nosso sistemas, a quitação deste debito”.
Você também percebeu que ninguém fica com o “nome sujo” no s.p.c. ou serasa, está com “restrição ao credito”, ou, o casal de famosos não são “barraqueiros”, eles tem “incompatibilidade de gênios”; não chamamos ninguém de “aleijado”, mas de “portador de necessidades especiais”, e por aí vai.
Quero deixar claro que não estou aqui criticando expressões ou atitudes que nos faça viver de maneira mais polida, mais educada na sociedade, não, de maneira nenhuma! Devemos sempre, em todas as circunstancias, com todas as pessoas, ainda mais como cristãos, ser educados e respeitosos.
O problema do “politicamente correto” é que, em muitas situações, ele acaba se transformando em capa para hipocrisia, justificativa para omissão da verdade, estimulo a falta de um posicionamento firme (o antigo “não ficar em cima do muro”) motivado por conveniências etc... Ou seja, a grande verdade é que, na maioria das vezes, por trás do “politicamente correto”, escondem-se atitudes e intenções abomináveis.
E parece que esta coisa do “politicamente correto” também chegou ao meio cristão, sendo mais especifico, em nossa maneira de transmitir o evangelho, por exemplo, hoje não é “politicamente correto”, ao evangelizar, dizer a alguém que ele é pecador e que precisa se arrepender, ou que esta pessoa sem Cristo irá perecer eternamente no inferno...Não! Coisas como estas são inadmissíveis no moderno evangelismo secularizado e “politicamente correto”.
Não estou aqui estimulando ninguém a sair por aí xingando todo mundo de pecador, ou mandando todos para o inferno,não!, só quero deixar claro que é impossível pregar o Evangelho sem falar de arrependimento e alertar sobre o perigo da perdição eterna.
João Batista, o próprio Jesus e depois os apóstolos, como eles pregavam o Evangelho? Arrependei-vos e crede no evangelho” Marcos 1.15. Não existe mensagem evangelistica sem exortação ao arrependimento, só que neste mundo secularizado onde “é proibido proibir” e também é “errado dizer que alguém esta no errado” parece que levamos estas lógicas satânicas para o moderno “evangelismo”.

Então eu vou para a Bíblia e me pergunto: onde esta lá o evangelismo subserviente ao “politicamente correto”?  Mateus 3.1-10: “1 Naqueles dias apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia,
2 dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.
3 Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que diz: Voz do que clama no deserto; Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.
4 Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre.
5 Então iam ter com ele os de Jerusalém, de toda a Judéia, e de toda a circunvizinhança do Jordão,
6 e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.
7 Mas, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus que vinham ao seu batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira vindoura?
8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento,
9 e não queirais dizer dentro de vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.
10 E já está posto o machado á raiz das árvores; toda árvore, pois que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo”.
Segundo os padrões modernos, João Batista foi “politicamente correto” em sua pregação?
Quer mais? Leia o que Jesus pregou em João 6.60,61 e 66,67 : “60 Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?
61 Mas, sabendo Jesus em si mesmo que murmuravam disto os seus discípulos, disse-lhes: Isto vos escandaliza?... 66 Por causa disso muitos dos seus discípulos voltaram para trás e não andaram mais com ele.
67 Perguntou então Jesus aos doze: Quereis vós também vos retirar?”
Mais uma vez pergunto, será que Jesus aqui agiu em conformidade com as “modernas” técnicas, estratégia de evangelismo? Claro que não! Jesus não veio “bajular” ninguém! Cristo não veio para “agradar o cliente” como muitas de nossas igreja fazem hoje. Ele veio pregar a verdade, sem meios termos, e salvar almas do fogo eterno do inferno.
Sabe o que eu acho interessante? Que hoje é “politicamente correto” alertar alguém que infringir as leis de transito é crime, pode acarretar multa e até provocar mortes, por exemplo, se for dirigir não beba!, no entanto, é “politicamente incorreto”, eu alertar em amor e zelo a uma alma que se ela não se arrepender ela vai perecer eternamente no inferno.


ASSIM É O "MODERNO" MÉTODO DE EVANGELIZAÇÃO!



A GRANDE VERDADE, É QUE O MODERNO “EVANGELISMO” ESTÁ MAIS PREOCUPADO EM BAJULAR PESSOAS PARA SE TORNAREM “ADEPTAS” DA RELIGIÃO, CHAMADA, EVANGÉLICA, DO QUE PREGAR A ELES AS VERDADES DA PALAVRA DE DEUS. É TRISTE DIZER, MAS, DE TESTEMUNHAS DO EVANGELHO DE CRISTO (ATOS 1.8), BAIXAMOS O NIVEL, PARA MISEROS VENDEDORES DE BENÇÃOS E BAJULADORES DE GENTE PECADORA.




Desculpe o meu desabafo: não sei quanto a vocês, mas eu já estou enojado deste “arremedo” de evangelismo onde de sal da terra, que causa a sede por Deus e combate a deterioração da sociedade, nos transformamos em “pote de mel do mundo”, que adoça ouvidos pecadores com aquilo que eles querem e gostam de ouvir e , em nome do “politicamente correto” somos coniventes com seu estilo de vida pecador. E ainda temos “a cara de pau” de nos perguntar por que o mundo não leva a serio nossa mensagem e por que existe tanta carnalidade em nossas igrejas! Só o sangue de Jesus!

Meus irmãos, deixemos o evangelismo da bajulação, e voltemos ao evangelismo da Bíblia!
Pecador precisa de arrependimento, não de bajulação!
Ser politicamente correto é fazer a vontade de Deus, viver e pregar as leis, a palavra de Deus.
Omitir a verdade de Deus não e ser “politicamente correto”, é ser hipócrita e mentiroso!
É abominável aos olhos de Deus!
Pro inferno com o “politicamente correto”!
Vamos viver e pregar o verdadeiro evangelho da Bíblia!
Quero concluir com as palavras de Jesus em Lucas 16.15: “E ele (Jesus) lhes disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação”.

Que a graça e a paz de Deus esteja contigo!

André Senhorino.


CONFIRA O CLIP DE HOJE, A LETRA NÃO PODE SER MAIS ATUAL E VERDADEIRA!



quinta-feira, 5 de maio de 2011

PRECISAM-SE DE “PERTURBADORES”. I REIS 18.17

 "...e Acabe ao se encontrar com Elias, disse a ele: ES TU, PERTURBARDOR DE ISRAEL?..."
I REIS 18.17
É comum, em alguns quartos de hotel, aquele aviso pendurado na maçaneta da porta com os dizeres: “NÃO PERTURBE”, são hóspedes que querem desfrutar de sua privacidade sem serem interrompidos, incomodados. Alegoricamente, era este o quadro em que vivia a nação de Israel no tempo do profeta Elias: deitados confortavelmente na cama do pecado, fechados no quarto da idolatria, o povo dormia tranqüilamente o sono de sua rebelião contra Deus, tendo à porta o aviso: “NÃO PERTURBE”. Só que alguém não respeitou este aviso.  “NÃO PERTURBE, ESTAMOS TRANQÜILOS”.  Sem ameaça de guerra pelas nações rivais e sem conflitos internos, talvez desfrutando de uma certa estabilidade política, econômica e social, o povo estivesse, até mesmo, gostando do reinado de Acabe, que era um homem que fazia parte do povo de Deus e que se casou com a estrangeira Jezabel que sempre lhe influenciava para o mau;  No entanto, toda esta aparente “tranqüilidade” política e social, estivesse fazendo o povo se acomodar e não se incomodar com a situação de afastamento de Deus e rebelião contra as Leis Divinas que havia se instalado em Israel, encabeçada por Acabe e Jezabel, levando a nação a um estado de trevas e miséria espiritual, o qual ninguém enxergava devido a aparente “Paz e tranqüilidade” desfrutada pela nação.   ELIAS, O PERTURBADOR. Surgindo praticamente do nada (as únicas informações que temos a seu respeito é que era Tisbita e morador de Gileade-cap. 17.1), Elias aparece, profetiza contra Acabe e anuncia uma grande seca, desfazendo assim, o aparente quadro de “tranqüilidade” que havia em Israel e no reinado de Acabe. Deus, através de Elias, mostra a Acabe que a verdadeira “perturbação” que tirava a Paz de Israel era o estado de idolatria por ele implantado (18.18); Deus através do profeta alerta o povo a sair de sua sonolência, de sua apatia espiritual e decidir a quem realmente desejavam servir.(18.21). Elias foi acusado de “perturbador”, pois através das verdades divinas, despertou, incomodou consciências adormecidas no pecado, mexeu com os princípios e valores corrompidos pela iniqüidade e abalou as estruturas das falsas convicções filosóficas e religiosas alicerçadas no engano. Elias, através do Poder da Palavra de Deus, desmascarou a falsa sensação de tranqüilidade e segurança que o pecado oferecia ao povo.   PRECISAMOS DE “PERTUBADORES”. Será que nos dias de hoje também não estamos precisando de “perturbadores” como Elias? de homens e mulheres que, com a ousadia de Deus, tenham a coragem, como Elias, de confrontar esta geração que dorme tranqüilamente no colo do pecado, o sono da perdição, como Sansão também tranqüilamente dormia no colo de Dalila, desfrutando da enganosa sensação de paz e segurança, sem saber que, ao acordar, será tarde demais para fugir da perdição? Creio que (parafraseando nosso ex-presidente) nunca antes na história da igreja, ela esteve tão acomodada e num estado de irrelevância como nos dias atuais. Reflita comigo: Elias por fazer a vontade de Deus foi chamado de “perturbador”; Jesus veio para cumprir sua missão Redentora e foi chamado de “agitador”, “reacionário”; os apóstolos foram acusados de “transtornar o mundo”; Paulo foi chamado de “uma peste, promotor de confusões”. Só que a igreja de hoje está tão “adestrada”, o evangelho esta tão “domesticado”, que, quase sempre, não incomodamos, não “perturbamos” ninguém.  Alguém pode argumentar: e as igrejas cheias? E os grandes eventos e movimentos evangélicos? Temos uma bancada evangélica em Brasília...somos mais de 30% da população! Bem, a estes eu respondo: as igrejas estão cheias, mas do que estão “cheios” os que enchem nossas igrejas? Fermento também faz volume!  E de nada nos adiantará grandes eventos e movimentos, ditos evangélicos, se no nosso dia a dia preferimos viver os conceitos da novela das oito do que as verdades do sermão do monte; Se temos bancada evangélica em Brasília, aonde estavam estas vozes”santas”, por exemplo, quando do episódio do famigerado “mensalão”, que para vir a tona, precisou de uma voz ímpia para denunciá-lo?  Somos mais de 30% da população? Experimente fazer uma comida com mais de 30% de sal, o que acontecerá? A influência do sal será devastadora! Se somos sal, por que a nossa influência tem sido tão insignificante e “insossa”nesta sociedade?  Respondo porque: Por que é mais cômodo ser açúcar do “politicamente correto” para adoçar ouvidos e ser aceito pelos ímpios, do que ser sal, incomodar e correr o risco de sermos “cuspidos” pelos homens.  Em nosso afã de sermos aceitos pelos homens, a igreja tem sacrificado a Verdade do Evangelho no altar da harmonização; Estamos transformando aquilo que deveria ser Santo e Transformador, em coisa comum e insignificante. Precisamos parar de anunciar um Evangelho que O apresente como mais um conceito, mais uma idéia, mais uma opção religiosa, e apresentá-lo de uma forma que sirva como um colírio, para que o homem possa enxergar a verdadeira face do pecado, se perturbe com ela e o abandone. O genuíno Evangelho, para trazer a verdadeira paz e salvação à alma humana, provoca nela antes um estado de perturbação e desespero por seu estado de pecado.”... ai de mim! Estou perdido!...” declarou em desespero o profeta Isaías ante a Gloriosa presença de Deus (Isaías 6.5). Precisamos, como Elias, apresentar a mensagem de Deus de uma maneira que a alma que a ouça enxergue e sinta o seu real estado de perdição eterna, de maneira tão perturbadora, que ela grite como fez Paulo “... miserável homem que sou! Quem me livrara do corpo desta morte?...” (Rom. 7.27), ou como perguntou a multidão no dia de Pentecostes após ouvir o sermão de Pedro: “... Quando ouviram isto, ficaram aflitos em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos:” Irmãos, o que faremos?' “Atos 2.37. A genuína mensagem Evangélica é aquela que, como fez Elias, sacode o povo para tomar uma radical decisão, um verdadeiro posicionamento: “... Se o Senhor é Deus, segui-o; mas, se baal é deus, segui-o” (I Reis 18.20b). Porque não existe Evangelho de meio termo.  Elias era um homem só, o único profeta do Senhor que havia restado, e Deus o usou para promover uma revolução em Israel; por que? Porque ele não receou “pagar o preço” de ser obediente ao Senhor, e teve a coragem, mesmo sendo acusado de “perturbador”, de confrontar o povo com a verdade de que eram eles e não Deus, que precisavam mudar.   Se quisermos hoje que a mensagem evangélica volte a ser relevante, precisamos decidir se queremos agradar a Deus, mesmo correndo o risco de sermos chamados de “perturbadores”, ou se queremos agradar aos homens; Se queremos confrontar esta geração com uma mensagem que transforma bodes em ovelhas, ou se vamos continuar “açucarando” o Evangelho para ficar ao gosto dos bodes. Precisamos decidir se queremos ser Elias, o “perturbador” usado por Deus; ou se queremos ser Acabe “o pacifico negligente”, capacho da demoníaca Jezabel. Você escolhe.
Se sabemos destas verdades, que tal ir e ser sal da terra?
Que a Graça e o amor de Deus te ajude e abençõe!
André Senhorino.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O QUE JESUS TEM A DIZER QUANDO NÃO É DOMINGO?.

“... e eis que estou convosco TODOS OS DIAS até a consumação dos séculos”.Mateus 28.20.


Hoje é segunda-feira! Começa mais uma semana! E vamos começá-la com uma daquelas perguntas que só os crentes podem fazer em uma segunda-feira: como foi o culto ontem? Foi uma benção? O pastor pregou bem? Os cantores estavam ungidos? O “fogo caiu?”, Que bom se a todas estas perguntas você respondeu, sim!, mas, e hoje? Durante toda a semana, como será?
A razão de minha pergunta é que Jesus em Mateus 28. 18-20, um texto mais que “batido” em nosso meio cristão, Ele nos dá a ordem: “ide” v.19 e termina afirmando “... estou convosco TODOS OS DIAS...”, só que em nossa realidade diária, temos priorizado mais o “vinde”, em vez do “ide!”. Com isto quero dizer que temos tentado cumprir a ordem de Jesus centralizando no templo todo nosso esforço evangelistico, se é que o podemos chamar desta maneira (às vezes tenho a impressão que estamos mais preocupados em “entreter” do que evangelizar os visitantes).
Só que, o que os “sem Jesus”, os “sem igreja”, os “sem salvação” querem saber, é o seguinte: “O QUE ESSE JESUS TEM A DIZER, QUANDO NÃO É DOMINGO?”.
Eles querem saber se depois que o culto acaba, que o templo se fecha e o domingo termina, se este Jesus tem a resposta, a solução que transforme a realidade de angustia, de desespero, de dor e sofrimento que eles vivem TODOS OS DIAS, não só aos domingos!
O que Jesus tem a dizer, por exemplo, para o chefe de família desempregado e desesperado, que saiu hoje de casa as cinco da manhã, deixando em casa a mulher e os filhos sem nada para comer?
Na terça-feira, o que Jesus tem a dizer, para a mãe de família que sofre com um marido bêbado, que além de não dar a devida assistência à família, ainda espanca a ela e aos filhos?
O que Jesus tem a dizer, na quarta-feira, para aquela adolescente, pobre, favelada e viciada em crack, mãe de um bebê e grávida de outro, que não sabe nem quem é o pai, e que afirma que: “venderia até os seus filhos, para sustentar seu vicio”?.
Na quinta-feira, o que Jesus tem a dizer para aqueles filhos que se tornaram órfãos, porque a mãe deles que estava gravemente enferma, veio a falecer, após longa espera numa fila do inss, sem encontrar socorro medico a tempo?
E nesta sexta-feira, o que Jesus tem a dizer, a aqueles jovens que irão buscar na balada, nas orgias e nas drogas, a felicidade, prazer e sentido para suas vidas vazias?
E o que Jesus tem a dizer, para aquela senhora que, depois de anos de luta para cuidar de seu marido e criar seus filhos, esta abandonada num asilo destes da vida, e numa manhã de sábado só tem um pensamento: será, meu Deus, que alguém virá me visitar hoje?
Todos estes exemplos, fictícios, mas que encontram eco na realidade diária da sociedade em que nós vivemos, todos eles querem saber: SERA QUE O EVANGELHO DE CRISTO, É ALGO MERAMENTE TEÓRICO, RITUALISTICO E DOMINGUEIRO? OU É A VERDADE DE CRISTO, QUE DÁ A RESPOSTA, A SOLUÇÃO, DE MANEIRA VIVA, DINAMICA, PARA MINHA REALIDADE DIÁRIA?
E a resposta a este questionamento, sou EU e VOCÊ que nos chamamos por cristãos e freqüentamos tão zelosamente o templo todos os domingos, que temos a RESPONSABILIDADE de dar a este mundo em trevas, DIARIAMENTE.
Pois é através de nós que o mundo enxerga Jesus, e é através de nós (por palavras e ações) que o mundo ouvirá as respostas de Jesus.
Como igreja, como cristãos, precisamos parar de responder perguntas que ninguém mais esta nos fazendo, o mundo não quer mais saber se o crente não pode usar calça comprida, se o crente não pode jogar bola, se o crente não pode ir ao cinema..etc, o que eles querem e precisam saber, é o que podemos fazer para servi-los e ajudá-los a encontrar a salvação e a resposta, a solução para as angustias de suas vidas diárias.
Conta-se que em uma igreja nos Estados Unidos, durante o culto o pastor leu a carta que recebera de uma senhora que residia ali por perto.
Ela estava pedindo oração e ajuda para sua família. Seu marido havia recentemente se envolvido com o consumo de drogas e como resultado, estava para ser encarcerado.
 Para piorar ainda mais, a família tinha recebido o comunicado que o conselho tutelar estava prestes a assumir a custódia legal dos filhos.
A mulher estava desesperada. O pastor prontamente procurou o endereço na carta e encontrou a família em casa. Ele levou o marido e a esposa a entregarem seus corações a Cristo, e os ajudou para saírem daquelas situações.
Mais tarde, quando o homem e sua esposa estavam se batizando em outro culto, o pastor fez menção desta carta que o levou a conhecer o casal. Perguntou à mulher: “O que a levou a escrever aquela carta para nossa igreja?” Ela respondeu, “Não escrevi apenas para esta igreja. Mandei a carta para todas as igrejas na redondeza. Vocês foram os únicos que responderam”.
Para terminar, quero propor mais uma reflexão: Se dependesse EXCLUSIVAMENTE DE MIM para que o mundo recebesse o testemunho do Evangelho de Cristo, qual seria a realidade?
Com toda certeza, seriamos infinitamente mais eficazes, se encarássemos o ide de Jesus como um estilo de vida diária, de Cristo vivendo em nós, do que encará-lo como um aglomerado de técnicas de evangelismo, como eventos esporádicos e enfadonhos, como uma das “obrigações” institucionais e organizacionais de nossa vida eclesiástica.
“antes santificai em vossos corações a Cristo como Senhor; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós;” I PEDRO 3.15.
 O mundo precisa de respostas vivas, praticas; e você, esta disposto e pronto para dá-las?
Se sabemos agora destas verdades, que tal agora ir e praticar?
Que a graça de Deus te ajude e te abençoe!
André Senhorino.