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quinta-feira, 6 de junho de 2013

A DOUTRINA QUE A IGREJA ESQUECEU.

A DOUTRINA QUE A IGREJA ESQUECEU.

"Jesus lhe respondeu: Em verdade, em verdade te digo que ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo." JOÃO 3.3
"Todo aquele que nele permanece não está no pecado. Todo aquele que está no pecado não o viu nem o conheceu.
Filhinhos, não deixem que ninguém os engane. Aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo.
Aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo.
Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado, porque é nascido de Deus. 
1 João 3:6-9

EXISTE UMA DOUTRINA QUE É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA NÓS E QUE INFELIZ MENTE FOI ESQUECIDA PELA IGREJA. VOCÊ SABE QUAL É?
ASSISTA AO VÍDEO E DESCUBRA!





segunda-feira, 13 de junho de 2011

SALVAÇÃO É DE GRAÇA!

“pela graça sois salvos por meio da fé, e isto não vem de vós e dom de Deus”. Aos Efésios 2.8.






Conta-se que um camponês europeu atravessou o oceano para tentar a vida na América. Tudo, porém não passou de um sonho, uma vez que não tendo conseguido realizar os seus planos, resolveu voltar para a sua terra natal.
Com algum sacrifício comprou de volta uma passagem marítima. No embarque levou consigo alguns pães pretos e um saquinho de nozes.
O migrante, a cada dia da viagem, alegremente, comia pão com nozes. Depois de uma semana, porém, já enfastiado daquela comida, teve grande desejo por uma verdadeira refeição. Até porque, da cozinha vinha sempre um cheiro tão agradável e sedutor, que ele já não estava suportando.
Foi quando perguntou a um outro passageiro se ele sabia quanto custava um almoço daquele navio. Olhando admirado para o migrante, o homem disse-lhe que gostaria de ver a sua passagem. Então, depois de observá-la atentamente, chamou a atenção do viajante e, apontando para uma frase do bilhete onde dizia que as refeições estão incluídas no preço da passagem, perguntou-lhe: Você não sabia disso? Vá depressa ao restaurante e coma à vontade, ela já foi paga!.

Sabe, apesar de esta história parecer absurda, muitos crentes parecem estar agindo da mesma maneira que este viajante: acham que devem pagar o que já esta pago.
Fico ouvindo crentes se referindo a salvação e usando expressões do tipo: “temos que pagar o preço”, “temos que fazer por onde” ou “fazer por merecer a salvação” etc, e diante disso fico me questionando se estas pessoas realmente entenderam o evangelho, se elas têm convicção de sua salvação e, o que é pior, se elas realmente são salvas!
A Palavra de Deus não deixa duvidas: a salvação, e eterna, já foi paga na cruz do calvário!: “Pois vocês sabem que não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que vocês foram redimidos da sua maneira vazia de viver que lhes foi transmitida por seus antepassados,
mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito”. I Pedro 1.18,19. foi preço de sangue.
Em Colossenses 2.13, 14. Lemos: Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou juntamente com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões,
e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, Pagou completamente a divida.
Deus deu a coisa mais preciosa que Ele possuía, ou seja, o seu Filho unigênito (João 3.16) como o preço do resgate por nossa salvação, e será que alguma coisa precisa ser paga? Com certeza não!
E porque Deus fez isso por nós? Porque somos “bonzinhos”, ou “fizemos por merecer”, ou “pagamos algum preço” claro que não!  a Bíblia nos diz em Romanos 5.8: “Deus prova o seu amor para conosco, pois Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”. E no versículo 10 também lemos que “quando éramos inimigos... fomos reconciliados pela morte de seu Filho”, Deus não esperou ninguém ficar “bonzinho”, “fazer por merecer”, ou “pagar o preço”, para Ele mandar seu filho para morrer em nosso lugar, pelo contrario, nós éramos perdidos pecadores, “inimigos” de Deus e mesmo assim, apenas por sua maravilhosa graça, nos amou e enviou seu único filho para pagar o preço de nossa salvação.
A iniciativa da salvação foi dada por Deus não pelo homem É, porém, por iniciativa dele que vocês estão em Cristo Jesus, o qual se tornou sabedoria de Deus para nós, isto é, justiça, santidade e redenção”
I Corintios: 1.30.N.V.I.
A salvação é obra da ação soberana e sobrenatural de Deus em favor do homem. Mateus 11.25-27 Lemos:"Todas as coisas me foram entregues por meu Pai. Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar”. Vejamos também João 6. 37-39, 44, 65: “Todo o que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei.
Pois desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou.
E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia.” “Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia.” “E prosseguiu: "É por isso que eu lhes disse que ninguém pode vir a mim, a não ser que isto lhe seja dado pelo Pai”. Em Éfesios 1.4-7 também diz: “Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença”.
Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade,
para o louvor da sua gloriosa graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado.
Nele temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus.

Não há nada que o homem possa fazer para possibilitá-la, merecê-la ou, muito menos, pagá-la!
Para terminar, todos nos conhecemos Romanos 3.23 que diz : “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”, porém, o verso seguinte declara de modo claro e inequívoco: “sendo justificados GRATUITAMENTE POR SUA GRAÇA, por meio da redenção que há em Cristo Jesus” v.24.
Depois de tudo isto que a Palavra de Deus nos ensina você ainda acha que somos salvos por nossos méritos ou que podemos fazer algo para merecê-la?
Ontem a noite vi parte de uma reportagem onde pessoas se auto flagelavam com chicotes, carregavam pesadas cruzes outras chegavam até mesmo a se pregarem em cruzes! Tudo isso, segundo elas, para se penitenciar, ou seja, “pagar por seus pecados”, merecerem algum favor de Deus.
É algo absurdo, mas vindo de pessoas que não conhecem o evangelho de Cristo até posso compreender, agora, o que eu não consigo entender e muito menos aceitar é que pessoas que, pelo menos dizem, conhecem o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo terem posturas que de nada diferem destes ignorantes ao evangelho.
É duro ver crentes que encaram, por exemplo, o jejum como um tipo de “penitencia” por seus pecados, ou outro que acha que quantos mais tempo ele passar no monte mais “merecedor” dos favores divino será, ou pastores que diante de ovelhas que arrependidas e machucadas, que confessam seu pecado no gabinete, ao invés de encontraram graça e misericórdia, recebem frieza e castigo, precisam pagar “penitencia” por um bom tempo, por que parece que o perdão de Deus é a vista, mas o da igreja é a prazo ( e haja prazo!).
Meus irmãos, a salvação é totalmente gratuita, pela graça de Deus, o perdão divino não tem escalas, é a vista, imediato, sem necessidades das “penitencias gospel” que certas igrejas criaram, pois estas atitudes diminuem e, por que não dizer, tentar cancelar o sacrifício redentivo que Cristo fez por nós na cruz do calvário.
Que a gratuita graça de Deus esteja convosco!

André Senhorino.

 ASSISTA AO CLIP DE HOJE E MEDITE SOBRE A GRAÇA DE DEUS.





sexta-feira, 6 de maio de 2011

OS PESCADORES QUE NÃO PESCAM.


“... disse-lhes Jesus: vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens...” Marcos 1.17

Havia uma comunidade de pescadores rodeada por riachos e lagos cheios de peixes famintos.
Ela se reunia regularmente para debater sobre o seu chamado para pesca, a fartura de peixes e o desafio de pegá-los. Eles estavam empolgados com a pescaria!
Alguém sugeriu que a comunidade precisava de uma filosofia para a pesca.
Por isso, eles cuidadosamente definiram e redefiniram o que era uma pescaria e seu objetivo.
Desenvolveram estratégias e táticas.
Mas perceberam que haviam andado para trás, pois haviam abordado a pescaria do ponto de vista do pescador, em vez de se preocuparem com o peixe.
Como será que o peixe enxerga o mundo? Qual a aparência do pescador para o peixe? O que os peixes comem e quando comem? Todas essas descobertas são interessantes.
Assim, eles iniciaram estudos aprofundados e participaram de conferencias sobre a pesca.
Alguns viajaram para lugares distantes para estudar diferentes tipos de peixes com hábitos variados.
Outros conseguiram se doutorar em ictiologia.
Porém, nenhum deles havia até aquele momento ido a pesca.
Portanto já era hora de formar um comitê para enviar os pescadores.
Como os locais de pesca eram em numero superior ao de candidatos a pescadores, o comitê precisou definir as prioridades.
Uma lista de locais prioritários para a pesca foi posta em murais de todas as salas da comunidade.
Mas ninguém ainda estava pescando.
Uma pesquisa foi lançada para descobrir o porquê.
A maioria das pessoas não respondeu a pesquisa, mas daqueles que responderam veio a descoberta de que alguns se sentiam chamados para a estudar os peixes, outros se sentiam chamados a ser fornecedores de equipamentos para a pescaria, e vários queriam levar seu apoio aos pescadores.
Com as reuniões, conferências e seminários, eles simplesmente não tinham tempo para pescar!
Então, um recém chegado à comunidade dos pescadores, chamado Jake, participou de uma reunião comovente da comunidade, depois foi pescar e pegou um grande peixe!
Na reunião seguinte, ele contou seu feito e todos o aplaudiram pelo resultado.
Jake ouviu da comunidade que ele havia recebido um “dom especial de pescador”.
Então ele foi escalado para falar a todas as comunidades de pescadores, contando o que ele fez para pegar o grande peixe.
Com tantos convites para conferências, alem de sua conseqüente eleição para junta diretiva da comunidade de pescadores, Jake não tinha mais tempo para pescar.
E não demorou muito para que ele se sentisse incomodado e vazio.
Ansiava por sentir novamente o puxão da linha.
Por isso, cancelou as palestras, renunciou ao cargo que alcançara na junta diretiva e disse a um amigo: “vamos à pesca!”.
E foi o que fizeram, dois deles somente, e pegaram muitos peixes.
Havia muitas pessoas na comunidade dos pescadores, e havia muitos peixes famintos, mas poucos estavam dispostos a serem pescadores de verdade!
Jesus nos diz em Marcos 1.17:
“Sigam-me e eu o farei pescadores de homens”.
Todos nós, discípulos de Cristo, SEM EXCEÇÃO, somos convidados a sermos “pescadores de homens” ou seja, ganhadores de almas.
Devemos “lançar as redes”, ou seja, pregar a Palavra, para que os peixes famintos (as almas perdidas) possam ser pescados (sejam salvos da perdição)
Creio que a grande dificuldade da igreja de hoje em cumprir sua missão evangelizadora, seja sua visão equivocada do que seja evangelizar.
Muitas vezes encaramos o evangelizar como uma mera tarefa de “buscar mais adeptos,” novos membros para a nossa grei, por meio de “estratégismos”, “filosofismos”, “teologismos” e outros “ismos”, que mais tem haver com o “intelectualismo” humano do que a ação do Espírito Santo de Deus que é o verdadeiro agente capacitador dos crentes para a obra de evangelização (Atos 1.8), e o agente que opera a ação, a reação e a transformação na alma que ouve as boas novas.
Com isso quero dizer, que a igreja precisa, urgentemente, parar de “filosofar” sobre evangelização e viver evangelização, tê-la como estilo de vida e não como meros métodos; precisa “jogar no lixo” os modelos proselitistas e intelectulóides de evangelização e adotar o modelo bíblico e dependente do Espírito Santo; parar de usar como o “motor” para a evangelização o “encher igreja” e praticar o evangelismo motivado pela verdadeira compaixão e amor pelos perdidos, ter como maior incentivo o desejo ardente de ver vidas salvas da perdição, não apenas com nomes em nossos “rol de membros”.
E finalmente, quando Jesus disse: “ide e pregai evangelho” Ele o disse A TODOS NÓS.
Se você é alguém regenerado por Cristo, se você “ama a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo”, parabéns!, Você esta capacitado para ser um “pescador de almas”!
Se sabemos estas verdades, que tal agora, ir e praticá-las?
Que a Graça e o Amor de Deus o ajude e o abençoe!
André Senhorino.

MEDITA NA LETRA DA MUSICA DO CLIPE,TODOS NÓS, TEMOS UM CHAMADO!



quinta-feira, 5 de maio de 2011

PRECISAM-SE DE “PERTURBADORES”. I REIS 18.17

 "...e Acabe ao se encontrar com Elias, disse a ele: ES TU, PERTURBARDOR DE ISRAEL?..."
I REIS 18.17
É comum, em alguns quartos de hotel, aquele aviso pendurado na maçaneta da porta com os dizeres: “NÃO PERTURBE”, são hóspedes que querem desfrutar de sua privacidade sem serem interrompidos, incomodados. Alegoricamente, era este o quadro em que vivia a nação de Israel no tempo do profeta Elias: deitados confortavelmente na cama do pecado, fechados no quarto da idolatria, o povo dormia tranqüilamente o sono de sua rebelião contra Deus, tendo à porta o aviso: “NÃO PERTURBE”. Só que alguém não respeitou este aviso.  “NÃO PERTURBE, ESTAMOS TRANQÜILOS”.  Sem ameaça de guerra pelas nações rivais e sem conflitos internos, talvez desfrutando de uma certa estabilidade política, econômica e social, o povo estivesse, até mesmo, gostando do reinado de Acabe, que era um homem que fazia parte do povo de Deus e que se casou com a estrangeira Jezabel que sempre lhe influenciava para o mau;  No entanto, toda esta aparente “tranqüilidade” política e social, estivesse fazendo o povo se acomodar e não se incomodar com a situação de afastamento de Deus e rebelião contra as Leis Divinas que havia se instalado em Israel, encabeçada por Acabe e Jezabel, levando a nação a um estado de trevas e miséria espiritual, o qual ninguém enxergava devido a aparente “Paz e tranqüilidade” desfrutada pela nação.   ELIAS, O PERTURBADOR. Surgindo praticamente do nada (as únicas informações que temos a seu respeito é que era Tisbita e morador de Gileade-cap. 17.1), Elias aparece, profetiza contra Acabe e anuncia uma grande seca, desfazendo assim, o aparente quadro de “tranqüilidade” que havia em Israel e no reinado de Acabe. Deus, através de Elias, mostra a Acabe que a verdadeira “perturbação” que tirava a Paz de Israel era o estado de idolatria por ele implantado (18.18); Deus através do profeta alerta o povo a sair de sua sonolência, de sua apatia espiritual e decidir a quem realmente desejavam servir.(18.21). Elias foi acusado de “perturbador”, pois através das verdades divinas, despertou, incomodou consciências adormecidas no pecado, mexeu com os princípios e valores corrompidos pela iniqüidade e abalou as estruturas das falsas convicções filosóficas e religiosas alicerçadas no engano. Elias, através do Poder da Palavra de Deus, desmascarou a falsa sensação de tranqüilidade e segurança que o pecado oferecia ao povo.   PRECISAMOS DE “PERTUBADORES”. Será que nos dias de hoje também não estamos precisando de “perturbadores” como Elias? de homens e mulheres que, com a ousadia de Deus, tenham a coragem, como Elias, de confrontar esta geração que dorme tranqüilamente no colo do pecado, o sono da perdição, como Sansão também tranqüilamente dormia no colo de Dalila, desfrutando da enganosa sensação de paz e segurança, sem saber que, ao acordar, será tarde demais para fugir da perdição? Creio que (parafraseando nosso ex-presidente) nunca antes na história da igreja, ela esteve tão acomodada e num estado de irrelevância como nos dias atuais. Reflita comigo: Elias por fazer a vontade de Deus foi chamado de “perturbador”; Jesus veio para cumprir sua missão Redentora e foi chamado de “agitador”, “reacionário”; os apóstolos foram acusados de “transtornar o mundo”; Paulo foi chamado de “uma peste, promotor de confusões”. Só que a igreja de hoje está tão “adestrada”, o evangelho esta tão “domesticado”, que, quase sempre, não incomodamos, não “perturbamos” ninguém.  Alguém pode argumentar: e as igrejas cheias? E os grandes eventos e movimentos evangélicos? Temos uma bancada evangélica em Brasília...somos mais de 30% da população! Bem, a estes eu respondo: as igrejas estão cheias, mas do que estão “cheios” os que enchem nossas igrejas? Fermento também faz volume!  E de nada nos adiantará grandes eventos e movimentos, ditos evangélicos, se no nosso dia a dia preferimos viver os conceitos da novela das oito do que as verdades do sermão do monte; Se temos bancada evangélica em Brasília, aonde estavam estas vozes”santas”, por exemplo, quando do episódio do famigerado “mensalão”, que para vir a tona, precisou de uma voz ímpia para denunciá-lo?  Somos mais de 30% da população? Experimente fazer uma comida com mais de 30% de sal, o que acontecerá? A influência do sal será devastadora! Se somos sal, por que a nossa influência tem sido tão insignificante e “insossa”nesta sociedade?  Respondo porque: Por que é mais cômodo ser açúcar do “politicamente correto” para adoçar ouvidos e ser aceito pelos ímpios, do que ser sal, incomodar e correr o risco de sermos “cuspidos” pelos homens.  Em nosso afã de sermos aceitos pelos homens, a igreja tem sacrificado a Verdade do Evangelho no altar da harmonização; Estamos transformando aquilo que deveria ser Santo e Transformador, em coisa comum e insignificante. Precisamos parar de anunciar um Evangelho que O apresente como mais um conceito, mais uma idéia, mais uma opção religiosa, e apresentá-lo de uma forma que sirva como um colírio, para que o homem possa enxergar a verdadeira face do pecado, se perturbe com ela e o abandone. O genuíno Evangelho, para trazer a verdadeira paz e salvação à alma humana, provoca nela antes um estado de perturbação e desespero por seu estado de pecado.”... ai de mim! Estou perdido!...” declarou em desespero o profeta Isaías ante a Gloriosa presença de Deus (Isaías 6.5). Precisamos, como Elias, apresentar a mensagem de Deus de uma maneira que a alma que a ouça enxergue e sinta o seu real estado de perdição eterna, de maneira tão perturbadora, que ela grite como fez Paulo “... miserável homem que sou! Quem me livrara do corpo desta morte?...” (Rom. 7.27), ou como perguntou a multidão no dia de Pentecostes após ouvir o sermão de Pedro: “... Quando ouviram isto, ficaram aflitos em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos:” Irmãos, o que faremos?' “Atos 2.37. A genuína mensagem Evangélica é aquela que, como fez Elias, sacode o povo para tomar uma radical decisão, um verdadeiro posicionamento: “... Se o Senhor é Deus, segui-o; mas, se baal é deus, segui-o” (I Reis 18.20b). Porque não existe Evangelho de meio termo.  Elias era um homem só, o único profeta do Senhor que havia restado, e Deus o usou para promover uma revolução em Israel; por que? Porque ele não receou “pagar o preço” de ser obediente ao Senhor, e teve a coragem, mesmo sendo acusado de “perturbador”, de confrontar o povo com a verdade de que eram eles e não Deus, que precisavam mudar.   Se quisermos hoje que a mensagem evangélica volte a ser relevante, precisamos decidir se queremos agradar a Deus, mesmo correndo o risco de sermos chamados de “perturbadores”, ou se queremos agradar aos homens; Se queremos confrontar esta geração com uma mensagem que transforma bodes em ovelhas, ou se vamos continuar “açucarando” o Evangelho para ficar ao gosto dos bodes. Precisamos decidir se queremos ser Elias, o “perturbador” usado por Deus; ou se queremos ser Acabe “o pacifico negligente”, capacho da demoníaca Jezabel. Você escolhe.
Se sabemos destas verdades, que tal ir e ser sal da terra?
Que a Graça e o amor de Deus te ajude e abençõe!
André Senhorino.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O QUE JESUS TEM A DIZER QUANDO NÃO É DOMINGO?.

“... e eis que estou convosco TODOS OS DIAS até a consumação dos séculos”.Mateus 28.20.


Hoje é segunda-feira! Começa mais uma semana! E vamos começá-la com uma daquelas perguntas que só os crentes podem fazer em uma segunda-feira: como foi o culto ontem? Foi uma benção? O pastor pregou bem? Os cantores estavam ungidos? O “fogo caiu?”, Que bom se a todas estas perguntas você respondeu, sim!, mas, e hoje? Durante toda a semana, como será?
A razão de minha pergunta é que Jesus em Mateus 28. 18-20, um texto mais que “batido” em nosso meio cristão, Ele nos dá a ordem: “ide” v.19 e termina afirmando “... estou convosco TODOS OS DIAS...”, só que em nossa realidade diária, temos priorizado mais o “vinde”, em vez do “ide!”. Com isto quero dizer que temos tentado cumprir a ordem de Jesus centralizando no templo todo nosso esforço evangelistico, se é que o podemos chamar desta maneira (às vezes tenho a impressão que estamos mais preocupados em “entreter” do que evangelizar os visitantes).
Só que, o que os “sem Jesus”, os “sem igreja”, os “sem salvação” querem saber, é o seguinte: “O QUE ESSE JESUS TEM A DIZER, QUANDO NÃO É DOMINGO?”.
Eles querem saber se depois que o culto acaba, que o templo se fecha e o domingo termina, se este Jesus tem a resposta, a solução que transforme a realidade de angustia, de desespero, de dor e sofrimento que eles vivem TODOS OS DIAS, não só aos domingos!
O que Jesus tem a dizer, por exemplo, para o chefe de família desempregado e desesperado, que saiu hoje de casa as cinco da manhã, deixando em casa a mulher e os filhos sem nada para comer?
Na terça-feira, o que Jesus tem a dizer, para a mãe de família que sofre com um marido bêbado, que além de não dar a devida assistência à família, ainda espanca a ela e aos filhos?
O que Jesus tem a dizer, na quarta-feira, para aquela adolescente, pobre, favelada e viciada em crack, mãe de um bebê e grávida de outro, que não sabe nem quem é o pai, e que afirma que: “venderia até os seus filhos, para sustentar seu vicio”?.
Na quinta-feira, o que Jesus tem a dizer para aqueles filhos que se tornaram órfãos, porque a mãe deles que estava gravemente enferma, veio a falecer, após longa espera numa fila do inss, sem encontrar socorro medico a tempo?
E nesta sexta-feira, o que Jesus tem a dizer, a aqueles jovens que irão buscar na balada, nas orgias e nas drogas, a felicidade, prazer e sentido para suas vidas vazias?
E o que Jesus tem a dizer, para aquela senhora que, depois de anos de luta para cuidar de seu marido e criar seus filhos, esta abandonada num asilo destes da vida, e numa manhã de sábado só tem um pensamento: será, meu Deus, que alguém virá me visitar hoje?
Todos estes exemplos, fictícios, mas que encontram eco na realidade diária da sociedade em que nós vivemos, todos eles querem saber: SERA QUE O EVANGELHO DE CRISTO, É ALGO MERAMENTE TEÓRICO, RITUALISTICO E DOMINGUEIRO? OU É A VERDADE DE CRISTO, QUE DÁ A RESPOSTA, A SOLUÇÃO, DE MANEIRA VIVA, DINAMICA, PARA MINHA REALIDADE DIÁRIA?
E a resposta a este questionamento, sou EU e VOCÊ que nos chamamos por cristãos e freqüentamos tão zelosamente o templo todos os domingos, que temos a RESPONSABILIDADE de dar a este mundo em trevas, DIARIAMENTE.
Pois é através de nós que o mundo enxerga Jesus, e é através de nós (por palavras e ações) que o mundo ouvirá as respostas de Jesus.
Como igreja, como cristãos, precisamos parar de responder perguntas que ninguém mais esta nos fazendo, o mundo não quer mais saber se o crente não pode usar calça comprida, se o crente não pode jogar bola, se o crente não pode ir ao cinema..etc, o que eles querem e precisam saber, é o que podemos fazer para servi-los e ajudá-los a encontrar a salvação e a resposta, a solução para as angustias de suas vidas diárias.
Conta-se que em uma igreja nos Estados Unidos, durante o culto o pastor leu a carta que recebera de uma senhora que residia ali por perto.
Ela estava pedindo oração e ajuda para sua família. Seu marido havia recentemente se envolvido com o consumo de drogas e como resultado, estava para ser encarcerado.
 Para piorar ainda mais, a família tinha recebido o comunicado que o conselho tutelar estava prestes a assumir a custódia legal dos filhos.
A mulher estava desesperada. O pastor prontamente procurou o endereço na carta e encontrou a família em casa. Ele levou o marido e a esposa a entregarem seus corações a Cristo, e os ajudou para saírem daquelas situações.
Mais tarde, quando o homem e sua esposa estavam se batizando em outro culto, o pastor fez menção desta carta que o levou a conhecer o casal. Perguntou à mulher: “O que a levou a escrever aquela carta para nossa igreja?” Ela respondeu, “Não escrevi apenas para esta igreja. Mandei a carta para todas as igrejas na redondeza. Vocês foram os únicos que responderam”.
Para terminar, quero propor mais uma reflexão: Se dependesse EXCLUSIVAMENTE DE MIM para que o mundo recebesse o testemunho do Evangelho de Cristo, qual seria a realidade?
Com toda certeza, seriamos infinitamente mais eficazes, se encarássemos o ide de Jesus como um estilo de vida diária, de Cristo vivendo em nós, do que encará-lo como um aglomerado de técnicas de evangelismo, como eventos esporádicos e enfadonhos, como uma das “obrigações” institucionais e organizacionais de nossa vida eclesiástica.
“antes santificai em vossos corações a Cristo como Senhor; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós;” I PEDRO 3.15.
 O mundo precisa de respostas vivas, praticas; e você, esta disposto e pronto para dá-las?
Se sabemos agora destas verdades, que tal agora ir e praticar?
Que a graça de Deus te ajude e te abençoe!
André Senhorino.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

SEM FREIO! ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE...

Ontem, aqui no Rio, o Flamengo se classificou para as finais do campeonato carioca.
Como flamenguista fiquei muito feliz!,porém, a parte que eu estou detestando ultimamente nas comemorações rubro negras é o novo "hit" das comemorações: o bonde do mengão sem freio (tô sem freio..tô sem freio..é essa musiquinha mesmo!).
Apesar de não gostar acabei descobrindo que "o bonde dos sem freio", não é coisa nova e não foi invenção flamenguista! Exôdo capitulo 32 conta que Moisés subiu ao monte para receber as tabuas da Lei de Deus, os mandamentos que iriam nortear a vida espiritual, ética, moral e social do povo no caminho certo, no caminho da santidade, e lá permaneceu quarenta dias.Nesse meio tempo o povo se impacientou, resolveram "agitar" um pouquinho as coisas: criaram um bezerro de ouro e promoveram uma especie de "rave", uma festinha "bem animada" : "...o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para se entregar a farra." verso 6 .N.V.I.  e Moisés ao descer do monte se depara com uma festança de idolatria, orgia, bagunça generalizada e sem limites : "...Moisés viu que o povo estava DESENFREADO, pois Arão o tinha deixado sem controle..." verso 25, um verdadeiro "bonde do israel sem freio" e o "motorneiro" deste bonde era seu próprio irmão Arão.O povo havia virado as costas para Deus e Suas Leis e se entregou as cobiças e prazeres carnais sem limites, o que a Palavra de Deus chama de CONCUPISCIÊNCIA,ou seja, apetite, cobiça, prazer desenfreado pelo que é pecaminoso.
Brincadeiras a parte, essa história nos ilustra muito bem a realidade que a atual humanidade vive hoje: um desenfreamento moral total.Em nome da liberdade de expressão, do prazer, do divertimento o ser humano tem se entregado a praticas auto destrutivas desenfreadas, que não conhecem limites, éticos, morais e, muito menos, espirituais, sem se dar conta aonde tudo isso vai dar: em morte e destruição.
A sociedade vive uma ilusão de que pode reverter ou até mesmo solucionar as crises decorrentes de sua ausência de limites, sem pôr um fim aos seus desenfreios morais, por exemplo, faz campanha por sexo seguro, porém, a promiscuidade desenfreada continua; faz campanha contra desarmamento sem entender que o âmago da violência reside no ódio sem limites do homem pelo seu próximo; querem combeter a corrupção, no entanto, a gânancia sem freios continua dominando o coração humano, e por ai vai!
A humanidade parece um grande "bonde sem freio", desenfreado pela concupisciência, e resoluta, animada e alegremente continua neste caminho, sem querer saber que o "final da linha" será a perdição eterna.
Em Proverbios 16.25  a Palavra de Deus nos adverte: " há caminhos que para o homem PARECE bons, mas o seu fim leva a perdição", amemos os limites, os "freios" que as Leis Divinas nos propõem! pois com certeza, é infinitamente melhor que embarcarmos nos " bondes sem freios " que este mundo perdido nos oferece.
Meu caro leitor, aonde você esta "embarcado", no caminho que nos leva a Vida Eterna, ou no "bonde sem freio" do mundanismo que descarrilhará na perdição?
Se conhecemos a verdade, que tal agora ir e pratica-la?
Que Deus te ajude e Abençõe!

 André Senhorino.

 
 


 

quinta-feira, 21 de abril de 2011

COELHINHO: DÁ PASCOA?

Conta-se que em uma classe infantil da escola biblica dominical, uma professora contava para os seus alunos a histórinha biblica de como Deus mandou as pragas para punir os egipcios e antes do Senhor enviar a ultima praga mandou que todos os israelitas se fechassem em suas casas, comessem cordeiro assado, com ervas amargas (o que fez muitas crianças franzirem as testinhas!), pão sem fermento, e fizessem um sinal nas portas com o sangue do cordeiro, para que quando "papai do céu" mandasse o anjo para punir os egipcios, não entrasse nas casas marcadas com sangue, pois morava gente que servia "papai do céu".
-Assim aconteceu a primeira pascoa!- disse a professora aos aluninhos.
Neste momento levanta-se um bracinho e pergunta:- professora, se é história de pascoa, cadê o coelhinho?
E a professora, até com um tom de surpresa, responde:- É mesmo...nesta história não tem coelhinho!?!?!
Esta história, apesar de cômica, mostra o triste e desesperado esforço deste mundo secularizado de retirar da sociedade tudo que faz lembrar Deus e a verdadeira espiritualidade.
Assim como fizeram com o natal (onde colocaram Cristo como mero coadjuvante), tentar retirar da pascoa sua figura principal: Jesus Cristo.
Na primeira pascoa realizada o animal, que foi o elemento principal para realização da festa, não foi um "coelhinho fofinho", mas um cordeiro "sem defeito e sem mancha" Exôdo 12:5, que prefigurava a imagem do "..cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.." João 1.29.
A Biblia nos diz em I Corintios 5:7 " tirai de vós o fermento velho, assim como agora estais sem fermento, pois CRISTO A NOSSA PASCOA, JÁ FOI SACRIFICADO POR VÓS".
 Páscoa é tempo de tirar de nós o fermento do pecado, receber a Cristo, o cordeiro pascal, como Salvador, e nos lavar em seu sangue que nos purifica de todo pecado, e nos livra da condenação eterna.
E o coelhinho? é legal! acho bonitinho... também gosto...mas, definitivamente, não tem nada a ver com pascoa!
Pascoa é tempo de celebrar a Cristo, nosso cordeiro pascal.
Se sabemos disto, que tal praticarmos?
que Deus te abençõe!
André Semhorino.